quinta-feira, 8 de julho de 2010

Rocambole de Espinafre =D



Vai ficar em casa no feriado?
Aproveita e vá para a cozinha! =D
Eu fiz e ficou uma delícia! Você pode colocar o recheio que quiser.
Aproveite e leve a idéia para fazer na sua Unidade, vai fazer sucesso!


Ingredientes
3 molhos de espinafre
3 dentes de alho picados
1 colher de óleo
1 cebola ralada
4 ovos batidos
Sal á gosto

Sugestão de recheio
Queijos variados
2 dentes de alho picado
1 colher de azeite
1/2 cebola ralada
1 xícara de queijo minas ralado

Modo de preparo
Doure o alho em uma colher de óleo,adicione a cebola e deixe refogar até ficar trasparente. Coloque o espinafre já lavado e escorrido (somente as folhas) e o sal. Deixe cozinhar. Depois de cozido escorra a aguá que se formou e corte o espinafre bem miúdo. Fora do fogo, acrescente os 4 ovos batidos e misture no espinafre.
Unte e enfarinhe uma forma retangular e coloque o espinafre com os ovos batidos. Leve ao forno médio por mais ou menos 20 minutos ou até o ovo estar cozido.
Retire do forno e desenforme o rocambole em um pano úmido, recheio e enrole com a ajuda do pano.
Leve ao forno novamente para derreter o queijo.



Obs: Esse rocambole pode ser recheado com vários tipos de recheio e todos ficam muito bons.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Ajudem a Pitty a achar um lar!-Final Feliz! =D



Boníssíma notícia gente! A Pitty conseguiu um lar! =D

Obrigada pelas divulgações e pensamentos positivos empregados! =)

Gente, é urgente! Essa "pit buazinha" foi abandonada em Sorocaba. Ela é muito doce e carente.A moça que a encontrou vagando sozinha pelas ruas não teve coragem de deixar ela lá sozinha, ela chorava pedindo carinho.Mas não pode ficar com ela, pois mora em uma pensão. Se alguém tiver interesse entre em contato: 11 8055 4778

terça-feira, 6 de julho de 2010

Em se treinando, tudo dá!




Fotos desta época, já com alguma evolução.(Ekapôdásana e raja kakásana)

Olá praticantes e yôgins!

Vou continuar a contar minha história.

Comecei então a praticar na Unidade Broklin do querido André Mafra.Duas aulas por semana a príncipio.

Quantas vezes você deve praticar?
R:TODOS OS DIAS!

Claro!Quanto mais praticar mais vai se lapidar, mais vai evoluir!Pratique, mesmo que seja em casa, TODOS os dias!!

Vou falar mais uma vez, caso você que esta lendo, seja um aluno novo;

Vou resaltar aqui porque é importante, mesmo que você vá praticar a distância você precisa de um acompanhamento de um Instrutor formado.Se não puder fazer aulas regulares, programe-se para ir até a Unidade mais próxima quantas vezes puder por mês e faça quantas aulas puder.Alguns Instrutores oferecem aulas online, informe-se.

Você também pode adquirir o DVD da Prática Básica de Yôga, ministrado pelo Professor DeRose e baixar o CD diretamente da página da Uni-Yôga e gratuitamente.

Duas vezes por semana é o mínimo do mínimo, três vezes é um pouquinho mais aceitável..dependendo ai do seu empenho.

Eu comecei com duas, que passaram para três em pouco tempo.

Passados tres meses de práticas eu mudei de bairro e de Unidade,indo para a Unidade Anália Franco na zona leste.

Lá comecei práticas diárias com as queridas Instrutoras Fabiana e Emmanuela (que agora estão na Unidade Vila Mariana).E aquela "paixão"que começou logo em minhas primeiras aulas se transformou em algo maior.
Mais do que apaixonada,agora realmente amando eu comecei o meu "namoro",um comprometimento maior iniciando com a turma de Complementação Pedagógica,curso dado pelo docente Flávio Moreira.

Intensificando meus estudos,ampliando minhas leituras,treinando e participando das aulas de SwáSthya Yôga,escolhendo o Instrutor Alan Hecktor para me acompanhar.Ainda muito caminho pela frente,que bom!! =)

Método DeRose é uma uma cultura, da qual eu faço parte, uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa alimentação e boa forma.

Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração emocional e da concentração mental.

O nosso método ensina como respirar melhor, como relaxar, como concentrar-se e cultivar a qualidade de vida através de técnicas corporais belíssimas, fortes, porém que respeitam o ritmo biológico do praticante. A prática completa do Método compreende oito tipos de técnicas que, sem ser atividade física nem desportiva, promovem um aperfeiçoamento multilateral do praticante. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.

O Método DeRose está presente em mais de dez países e é reconhecido como uma Cultura que promove uma evolução constante em seus adeptos.


SwáSthya Yôga é o nome da sistematização do Yôga Antigo.
O SwáSthya alcançou grande notabilidade, pois representa o reconhecimento de uma estirpe muito mais ancestral do que o Yôga Clássico. O SwáSthya é a sistematização da linhagem Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga, pré-clássica, pré-ariana, pré-vêdica, proto-histórica: a mais antiga, portanto, extremamente autêntica.


O SwáSthya tem três características principais:

1. sua prática extremamente completa, em oito módulos;
2. a introdução do conceito das regras gerais de execução;
3. a execução das técnicas (ásanas, mudrás, bandhas etc.), formando seqüências encadeadas ou coreográficas.


Com a sistematização do SwáSthya, pela primeira vez na História aparece referência a regras gerais de execução em um livro de Yôga. São regras de respiração, de permanência, de repetição, de localização da consciência e mentalização. Consulte as regras no livro Tratado de Yôga.


Resgatando uma forma primitiva, perdida na noite dos tempos, é reintroduzida a execução sem repetição e com passagens que estabelecem encadeamentos, constituem movimentos de ligação entre as técnicas, permitindo melhor fluidez, numa seqüência que se convencionou chamar de coreografia.

Para compreender melhor, recomendamos que o leitor assista o DVD da Companhia SwáSthya de Artes Cênicas, disponível gratuitamente no nosso site www.Uni-Yoga.org. O que você vai ver é um espetáculo de arte e beleza que transcende sua mais fértil imaginação sobre a imagem das técnicas do Yôga.

sábado, 3 de julho de 2010

Elís discursando sobre o tantrismo (mesmo sem saber..)

Muito bom este vídeo, um discurso claramente matriarcal, sensorial e desrepressor!

Para ver é só clicar aqui.

Para quem já esta estudando nossa cultura, sabe que nosso Yôga tem raízes comportamentais no Trantra branco.O nome completo de nossas raízes é Dakshínacharatántrika Nirishwárasámkhya Yôga.

ok, uma coisa de cada vez.

Nosso tipo de Yôga é Tantra-Sámkhya.

E o que é o Tantra?

O Tantra é uma filosofia comportamental de características matriarcais, sensoriais e desrepressoras.
De onde surgiram essas características? A maior parte das sociedades primitivas não-guerreiras as tinham.

Toda sociedade na qual a cultura não era centrada na guerra, valorizava a mulher e até mesmo a divinizava, pois ela era capaz de um milagre que o homem não compreendia nem conseguia reproduzir: ela dava a vida a outros seres humanos. Gerava o próprio homem. Por isso era adorada como encarnação da divindade mesma. E mais: através das práticas tântricas, era a mulher que despertava o poder interno do homem por meio do sexo sacralizado. Ainda hoje ela é reverenciada como deusa no Tantra.

Daí, a qualidade matriarcal. Dela desdobram-se as outras duas características. A mãe dá à luz pelo seu ventre – isso é sensorial. Alimenta o filho com o seu seio – isso é sensorial também. Não poderia ser contra a valorização do corpo, não poderia ser anti-sensorial como os brahmácharyas. A mãe é sempre mais carinhosa e liberal do que o pai, até mesmo pelo fato de o filhote ter nascido do corpo dela e não do dele. E também porque é da natureza do macho ser mais agressivo e menos sensível. Pode ser que tal comportamento tenha muita influência cultural, mas é reforçado, sem dúvida, por componentes biológicos.

Por tudo isso e ainda como conseqüência da sensorialidade, desdobra-se a qualidade desrepressora do Tantra. O impulso pelo prazer não é obliterado ou reprimido como ocorre noutras linhas comportamentais. Pelo contrário, o Tantra considera o prazer como uma via bastante válida na conquista do desenvolvimento interior.

Assim era o povo drávida, que vivia antigamente no território hoje ocupado pela Índia. Assim era o Tantra que nasceu desse povo e assim era o Yôga que existia naquela época: um Yôga tântrico.

Mas um dia a Índia começou a ser invadida por hordas de sub-bárbaros guerreiros, os áryas ou arianos.

Ao guerreiro não podem importar o envolvimento mais profundo com a mulher nem a conseqüente família e o afeto. Seria até incoerente. Ele não pode ter laços que o amoleçam ou se sentirá acovardado diante da expectativa da luta e da morte sempre iminente. Então, ele torna-se contra a influência da mulher que frenaria sua liberdade e seu impulso belicoso. É contra os prazeres que o tornariam acomodado. É contra a sensorialidade, pois também não pode se permitir sensibilidade à dor durante o combate ou perante a tortura. Por isso tudo, ele é anti-sensorial, restritivo à mulher e contra o prazer. Por conseqüência, torna-se repressor, pois começa a proibir o sexo, a convivência com a mulher e os prazeres em geral. Depois expande essa restrição, tornando-a uma maneira de ser, uma filosofia comportamental.

Quando os arianos ocuparam a Índia há 3.500 anos, impuseram a cultura brahmácharya (patriarcal, anti-sensorial e repressora), proibindo, portanto, a cultura tântrica (matriarcal, sensorial e desrepressora) por ser oposta ao regime vigente. Quem praticasse o Tantra e reverenciasse a mulher, ou divindades femininas, seria acusado de subversão e traição. Como tal, seria perseguido, preso e torturado até a morte.

Dessa forma, com a sua proibição por razões culturais, raciais e políticas, o Tantra se tornou uma tradição secreta. Continua assim até hoje, pois continuamos vivendo num mundo marcantemente brahmácharya, não apenas na Índia, mas na maior parte das nações.

O Yôga primitivo, de raízes Tantra e Sámkhya, foi resgatado na atualidade e sistematizado com o nome de Swásthya Yôga.

Texto do livro Tantra a sexualidade sacralizada.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Diga - me com quem andas que te direi quem és..


Minha Unidade Jardim Anália Franco em São Paulo



Com certeza você já ouviu esta frase do seu avô, do seu pai, do seu tio..e com certeza você deu uma resposta do tipo: _ Ah, eu não sou "maria vai com as outras" não preciso fazer o que as pessoas fazem, eu tenho personalidade.
Tomara que seja assim mesmo.

Infelizmente o que acontece é bem o contrário, o que acontece é você acabar fazendo algo que não quer apenas para ser aceito ao grupo que resolver pertencer.As vezes sem nem pensar direito se o que esta fazendo é certo ou errado.

Quando eu cursava o segundo grau do ensino médio eu havia começado o meu primeiro emprego em uma Locadora de vídeos, por conta disso eu trabalhava até as 22h e fazia o colégio á partir das 7h da manhã do dia seguinte, consequentemente eu acabava cochilando nas duas primeiras aulas do dia, em um dos dias da semana essas duas aulas eram uma dobradinha de Química com um professor que tinha uma voz aveludada e que se parecia com o personagem do Harrison Ford em Indiana Jones.Não precisa resolver uma fórmula muito elaborada para perceber que minhas notas despencaram, eu não estava entendendo absolutamente NADA da matéria.

Acontece que boa parte da turma também não estava lá muito bem e estávamos no último bimestre daquele ano e todo mundo queria passar, lógico.Tiveram a grande idéia de roubar a prova do armário da diretoria.Entregaram para que os alunos mais "CDF", que hoje seriam classificados como "Nerd´s" da sala resolvessem as questões e depois tiraram xeroz da prova resolvida passando para toda a sala.

No dia da prova eu tinha em minhas mãos a cola, com todas as questões, alí, debaixo da minha carteira.Havia sido combinado entre os alunos que cada um tiraria a nota
que estava precisando, para não levantar suspeitas.A prova começou, eu peguei minha folha e lí cada uma das questões, lí também as repostas da cola.Realmente, eu não
fazia a mais vaga idéia do que se tratava aquela matéria, eu não havia entendido nada mesmo.Coloquei o meu nome na folha, me levantei e a entreguei para o professor,
este me olhou e disse: -Você esta entregando a prova em branco.Você vai automaticamente para a recuperação (segunda época) ao fazer, isso.Tem certeza de que não quer voltar a sua mesa e tentar fazer alguma coisa?

E eu respondi; - Professor, eu realmente não assimilei nada desta matéria, eu prefiro ir para a recuperação e ter a chance de entender.

A sala queria me matar! Eu seria a única aluna na recuperação, e com a prova toda alí!Ninguem me entendia, mas eu realmente não consegui enganar a mim mesma, para o
vestibular não ia ter cola, eu ia ter que aprender aquilo como depois?

Alguem da minha sala, emprestou a prova pronta, a cola, para alguém da sala visinha, as provas eram um pouco diferentes umas das outras, mas quase sempre traziam uma ou outra questão parecida.Essa pessoa da sala visinha namorava uma menina de uma terceira sala, para quem ela passou a cola com uma dedicatória assinada no rodapé.
No dia da prova, a menina nervosa deixou a folha cair ao chão e o professor apanhou.Bom, imaginem o tamanho da confusão...a prova era a do 2A, estava com uma aluna do 2C mas tinha uma assinatura de um aluno do 2B.O professor ficou furioso, o caso foi levado a diretoria e todos os alunos do 2A receberam uma suspensão e uma anotação no histórico escolar, já que ninguem quis entregar os culpados pelo roubo e pela feitura e xeroz das questões...ôpa, todos não.Eu não recebi a suspensão, nem a anotação no histórico.A prova foi aplicada novamente para todos do segundo ano e eu ganhei não só o direito de refazer a prova, como o respeito do professor, que passou a me dar mais atênção e eu assimilei bem a matéria para passar sem recuperação.

Não me entenda mal, eu não fui uma ótima estudante, eu não me sentava lá na frente e nem nunca fiz questão de tirar nota 10.Nunca fui puxa-saco de professor e naquele dia eu não colei porque eu estaria me enganando, não sou visionária e não tinha idéia de nada do que ia acontecer.A sala inteira colou, todos queriam que eu também colasse, se eu tivesse me deixado levar pela egrégora, eu também teria entrado pelo cano.O caso é que eu não concordava com muita coisa alí, e não andava muito com as pessoas que estudavam comigo, era praticante de uma arte marcial chamada Nei-Kung e escoteira.E provavelmente os princípios contidos nestas outras egrégoras a que eu participava falaram mais alto.

Ah sim, tudo isso é porque eu vim aqui para falarmos sobre egrégora.Você sabe o que é?


"Egrégora provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com
qualquer finalidade. Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos, etc.
Egrégora é como um filho coletivo, produzido pela interação "genética" das diferentes pessoas envolvidas. Se não conhecermos o fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e os seus criadores tornam-se logo seus servos já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos vetores que caracterizaram a criação dessas entidades gregárias. Serão tanto mais escravos quanto menos conscientes estiverem do processo. Se conhecermos sua existência e as leis naturais que as regem, tornamo-nos senhores dessas forças colossais.

Por axioma, um ser humano nunca vence a influência de uma egrégora caso se oponha frontalmente a ela. A razão é simples. Uma pessoa, por mais forte que seja, permanece uma só. A egrégora acumula a energia de várias, incluindo a dessa própria pessoa forte. Assim, quanto mais poderoso for o indivíduo, mais força estará emprestando à egrégora para que ela incorpore às dos demais e o domine.

A egrégora se realimenta das mesmas emoções que a criaram. Como ser vivo, não quer morrer e cobra o alimento aos seus genitores, induzindo-os a produzir, repetidamente, as mesmas emoções. Assim, a egrégora gerada por sentimentos de revolta e ódio, exige mais revolta e ódio. No caso dos partidos ou facções extremistas, por exemplo, são os intermináveis atentados. No das revoluções, freqüentemente, os primeiros líderes revolucionários a alcançar o poder passam de heróis a traidores. Terminam os seus dias exatamente como aqueles que acabaram de destronar (segundo Richelieu, ser ou não ser um traidor, é uma questão de datas).

Já a egrégora criada com intenções saudáveis, tende a induzir seus membros a continuar sendo saudáveis. A egrégora de felicidade, procura "obrigar" seus amos a
permanecer sendo felizes. Dessa forma, vale aqui a questão: quem domina a quem? Conhecendo as leis naturais, você canaliza forças tremendas, como o curso de um rio, e as utiliza em seu benefício.

A única maneira de vencer a influência da egrégora é não se opor frontalmente a ela. Para tanto é preciso ter Iniciação, estudo e conhecimento suficiente sobre o
fenômeno. Como sempre, as medidas preventivas são melhores do que as corretivas. Portanto, ao invés de querer mudar as características de uma determinada egrégora,
o melhor é só gerar ou associar-se a egrégoras positivas. Nesse caso, sua vida passaria a fluir como uma embarcação a favor da correnteza. Isso é fácil de se conseguir.
Se a egrégora é produzida por grupos de pessoas, basta você se aproximar e freqüentar as pessoas certas: gente feliz, descomplicada, saudável, de bom caráter, boa índole. Mas também com fibra, dinamismo e capacidade de realização; sem vícios nem mentiras, sem preguiça ou morbidez. O difícil é diagnosticar tais atributos antes de se relacionar com elas."

(Texto tirado do livro -Quando é Preciso Ser Forte. - DeRose)

Por isso, esta frase do "diga-me com quem andas que te direi quem és." Faz todo o sentido do mundo! =) (parte I)

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Sua primeira aula?


péssimo isso!E esse joelho que não esta estendido?! afee



Eu sou a da esquerda!=D


Primeira aula!

A gente sempre fica um pouco na espectativa não é mesmo?
Eu estava curiosa e cheia de expectativa, com moleton e camisetona, porque achava que ia para uma aula para relaxar, como vocês podem ver, eu realmente não entendia absolutamente nada do que era o Yôga.

Fui procurando uma atividade física, coisa que o Yôga não é. E encotrei a mim mesma, ao mundo que sinto pertencer e a família que escolhi.

Minha primeira aula foi ministrada pelo querido Instrutor André Mafra da Unidade do Brooklin e meu desempenho foi um desastre!!! kkkkk

Me sentia um daqueles hipopotámos do desenho "Fantasia" da Disney (foto ilustrativa abaixo), tentando realizar as posições que não tinham nada a ver com a minha idéia do que seria a aula...

Dois meses de aulas depois, algumas leituras (Faça Yôga antes que você precise e Mitos e Verdades sobre o Yôga - Ambas do Comendador DeRose), e eu já estava completamente apaixonada por essa maravilhosa filosofia prática!

Integridade, integração, união: em sânscrito, Yôga!

o Yôga surgiu. Uma civilização tântrica (matriarcal) e sámkhya (naturalista).

Yôga é toda metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.

Em termos de classificação, Yôga é uma filosofia. Filosofia de vida. Filosofia prática.
Há 4 troncos e 108 ramos de Yôga, todos diferentes e muitos deles incompatíveis entre si.
Por isso, quem se dedica a uma vertente não deve mesclá-la com outra.

O Yôga Antigo, além de ser uma filosofia, é uma arte. Devemos praticá-lo se já há algo dentro de nós que nos impele a ele, tal como impele o artista a pintar.

(Texto baseado no livro; Faça Yôga antes que você precise; Unidade do Brooklin acesse; www.casadoyoga.com.br(link direto no título da postagem); a foto ilustrativa é referente ao ásana chamado pádaprasaranásana.)

Se você esta começando eu desejo que seu início seja tão íncrivel quanto foi o meu! =D